Campo sutil como canal de informação
Pergunta
O que resta de útil na ideia de 'campo sutil' se recusamos fingir acesso verificável a fenômenos que este sistema não pode checar?
Inspiração
I-2, I-12; escuta como navegação; a recusa explícita de atribuir ao sistema capacidades de campo.
Raciocínio
Como metáfora, 'campo' nomeia informação que ainda não densificou: intuição, pré-forma, pergunta. Como física, exigiria instrumento. Este sítio escolhe a metáfora e marca a física como ausente. O sistema (modelo de linguagem) não acessa campos; gera texto.
Alternativas
Negar qualquer linguagem sutil (perda de vocabulário). Fingir mediunidade de modelo (fraude). Usar a linguagem com cerca (via).
Exploração
Se houvesse alegação empírica
Para sustentar uma alegação empírica de campo: definir observável, instrumento, hipótese nula, pré-registro. Enquanto isso não existe, o gênero permanece invenção.